Quando um avô cai, toda a família sente. Pode ter sido apenas um susto, mas é um momento para parar, avaliar e organizar.
Primeiro: não é responsabilidade de uma só pessoa
Se o avô começa a cair com frequência, a família deve conversar e repartir tarefas. Não deve ficar tudo sobre o filho ou filha que vive mais perto.
Segundo: avaliar sem dramatizar
Falar com o médico é o primeiro passo. Medicação, visão, força, equilíbrio e outras causas podem ser avaliadas e algumas podem ser corrigidas.
Terceiro: rever a casa
Retirem tapetes soltos, melhorem a iluminação, afastem cabos e obstáculos, verifiquem a casa de banho e instalem apoios quando necessário.
Quarto: falar com ele
Não tomem decisões sobre o avô sem o envolver. Perguntem o que o preocupa, o que aceita e o que gostaria de manter na sua rotina.
Quinto: acrescentar proteção
Uma proteção de cabeça leve e discreta pode acrescentar uma camada de segurança enquanto a família adapta a casa, investiga as causas e recupera a confiança ao caminhar.
Dividir tarefas
Um familiar pode acompanhar consultas, outro tratar da casa e outro organizar visitas. Tarefas concretas evitam que a responsabilidade recaia sempre na mesma pessoa.
Cuidar de quem nos cuidou também é uma forma de querer. Este artigo é informativo e não substitui aconselhamento profissional.